Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -Neste Sábado Santo, 8 de março, a Paróquia São Luís Gonzaga concluiu as celebrações do Tríduo pascal com a Vigília. Presidida pelo pároco, padre Diomar Romaniv, solenidade foi marcada por ritos especiais, que marcam a passagem de Jesus, da morte para a vida.
“A vigília Pascal é o terceiro momento do Tríduo Pascal, é uma preparação para a celebração da Páscoa que antecipa a glória do Senhor, e com isso hoje nós também renovamos a nossa fé. Toda a celebração gira em torno dos sacramentos do batismo”, explica padre Diomar.
O fogo novo
A celebração teve início na escadaria da igreja matriz, com a preparação do Círio Pascal. Ainda com silêncio e as luzes apagadas, o padre conduziu o Círio à frente da comunidade e anunciou: “Eis a luz de Cristo”. A partir da chama do Círio toda a igreja foi iluminada pela luz das velas que cada pessoa levava nas mãos. O momento foi de vigília, fé e emoção por parte dos fiéis.
“O Círio pascal é a imagem de Jesus ressuscitado, e a luz se espalha entre os fiéis. Esse momento nos recorda que Jesus venceu as trevas, o pecado e a morte”, frisa o pároco.
Sob a luz das velas e através do hino é proclamada a páscoa. Nesse momento da celebração são feitas as leituras bíblicas que falam da criação e da nova criação proposta por Jesus para a salvação da humanidade.
Após ouvir a Palavra de Deus o clima de expectativa para a ressurreição do Senhor paira sob a comunidade. Com o hino louvor volta a ser entoado, após os 40 dias do tempo quaresmal, é dado o momento da vitória do Cristo sob a morte. As luzes da igreja são acesas, os sinos tocam e o altar volta a ser ornado com flores e folhagens.
“Depois do anúncio da ressurreição seguimos com o canto do aleluia, que não foi cantado durante a quaresma, por isso que nesta noite santa é cantado com júbilo e ênfase para dar glórias a Deus pela vitória de Jesus”, fala padre Diomar.
Liturgia Batismal
Após o rito do anúncio da ressurreição, inicia-se a liturgia bastismal. O sacerdote abençoa a água. A comunidade é convidada a renovar as promessas feitas no dia do seu batismo, após a renovação é aspergida água benta para lembrar de que a vida nova no Senhor começa pelo sacramento do batismo.
Durante esse momento, na pia batismal, quatro adultos, que passaram pela catequese e receberam os sacramentos da iniciação à vida cristã. Além deles, outros 25 adultos receberam a Eucaristia e a Crisma.
Por fim, ao redor do altar, é celebrada a eucaristia. Para encerrar o Tríduo Pascal, o padre concede a Benção, que não é proferida desde a Quinta-feira Santa.
Centralidade da fé cristã
“O tríduo Pascal e o domingo da Páscoa são a centralidade da nossa fé. Aquilo que nós acreditamos, a paixão, morte e ressurreição do senhor, que nós vivemos nesses momentos litúrgicos. Já dizia nossa celebração, essa bela liturgia da Igreja que muda as cores, os cantos e todo o aspecto da igreja, para introduzir-nos ao mistério e ajudar-nos a rezar. Por isso nós passamos da festa da eucaristia, na quinta-feira, para a angústia, dor e morte na sexta-feira. Hoje passamos esse dia de sábado em silêncio na espera da ressurreição e por fim a amanhã é o grande dia onde Jesus ressuscitado traz a alegria e a paz que tomam conta do mundo inteiro”, finaliza padre Diomar.
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Neste Sábado Santo, 8 de março, a Paróquia São Luís Gonzaga concluiu as celebrações do Tríduo pascal com a Vigília. Presidida pelo pároco, padre Diomar Romaniv, solenidade foi marcada por ritos especiais, que marcam a passagem de Jesus, da morte para a vida.
“A vigília Pascal é o terceiro momento do Tríduo Pascal, é uma preparação para a celebração da Páscoa que antecipa a glória do Senhor, e com isso hoje nós também renovamos a nossa fé. Toda a celebração gira em torno dos sacramentos do batismo”, explica padre Diomar.
O fogo novo
A celebração teve início na escadaria da igreja matriz, com a preparação do Círio Pascal. Ainda com silêncio e as luzes apagadas, o padre conduziu o Círio à frente da comunidade e anunciou: “Eis a luz de Cristo”. A partir da chama do Círio toda a igreja foi iluminada pela luz das velas que cada pessoa levava nas mãos. O momento foi de vigília, fé e emoção por parte dos fiéis.
“O Círio pascal é a imagem de Jesus ressuscitado, e a luz se espalha entre os fiéis. Esse momento nos recorda que Jesus venceu as trevas, o pecado e a morte”, frisa o pároco.
Sob a luz das velas e através do hino é proclamada a páscoa. Nesse momento da celebração são feitas as leituras bíblicas que falam da criação e da nova criação proposta por Jesus para a salvação da humanidade.
Após ouvir a Palavra de Deus o clima de expectativa para a ressurreição do Senhor paira sob a comunidade. Com o hino louvor volta a ser entoado, após os 40 dias do tempo quaresmal, é dado o momento da vitória do Cristo sob a morte. As luzes da igreja são acesas, os sinos tocam e o altar volta a ser ornado com flores e folhagens.
“Depois do anúncio da ressurreição seguimos com o canto do aleluia, que não foi cantado durante a quaresma, por isso que nesta noite santa é cantado com júbilo e ênfase para dar glórias a Deus pela vitória de Jesus”, fala padre Diomar.
Liturgia Batismal
Após o rito do anúncio da ressurreição, inicia-se a liturgia bastismal. O sacerdote abençoa a água. A comunidade é convidada a renovar as promessas feitas no dia do seu batismo, após a renovação é aspergida água benta para lembrar de que a vida nova no Senhor começa pelo sacramento do batismo.
Durante esse momento, na pia batismal, quatro adultos, que passaram pela catequese e receberam os sacramentos da iniciação à vida cristã. Além deles, outros 25 adultos receberam a Eucaristia e a Crisma.
Por fim, ao redor do altar, é celebrada a eucaristia. Para encerrar o Tríduo Pascal, o padre concede a Benção, que não é proferida desde a Quinta-feira Santa.
Centralidade da fé cristã
“O tríduo Pascal e o domingo da Páscoa são a centralidade da nossa fé. Aquilo que nós acreditamos, a paixão, morte e ressurreição do senhor, que nós vivemos nesses momentos litúrgicos. Já dizia nossa celebração, essa bela liturgia da Igreja que muda as cores, os cantos e todo o aspecto da igreja, para introduzir-nos ao mistério e ajudar-nos a rezar. Por isso nós passamos da festa da eucaristia, na quinta-feira, para a angústia, dor e morte na sexta-feira. Hoje passamos esse dia de sábado em silêncio na espera da ressurreição e por fim a amanhã é o grande dia onde Jesus ressuscitado traz a alegria e a paz que tomam conta do mundo inteiro”, finaliza padre Diomar.
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