Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -‘Eu e minha casa serviremos ao
Senhor’ (Josué 24,15). Este é o tema da Semana Nacional da Família deste ano,
celebrada pela Igreja no Brasil esta semana, de 9 a 15 de agosto. Para marcar a
data e enaltecer a importância da família, a Paróquia São Luís Gonzaga realizou
na noite de quarta-feira, 12 de agosto, uma live com o psicólogo Marco Antônio
Rodrigues, o Marquinho. Na oportunidade, o profissional falou sobre ‘A família
e seus pilares’, fazendo uma analogia com a construção e os elementos
arquitetônicos e religiosos da própria igreja Matriz.
A abertura dos trabalhos contou
com a presença do pároco Pe. Diomar Romaniv, que ressaltou o objetivo do
encontro, transmitido pelas redes sociais da paróquia. “Queremos, além de rezar
pelas nossas famílias, como estamos fazendo desde o domingo, aproveitar esta
noite para refletir, para pensar na nossa família e em todas as famílias. E,
com isso, ajudar cada família a viver bem a sua vida e a sua missão”, comentou.
O psicólogo Marquinho disse que a
conversa é oportuna na Semana da Família, para que se possa recordar valores
básicos que não devem ser esquecidos. “Tal qual a Matriz São Luís Gonzaga, que
foi construída sob a colina pelos antigos brusquenses, para que ela não
sofresse com as enchentes que assolaram a cidade em diversas ocasiões, a
família também deve ser uma escolha e estar vinculada a uma vocação, que é um
chamado de Deus, neste caso, a vocação do matrimônio. Esta igreja foi
construída sob a colina, onde estava mais segura das intempéries. Também a
família precisa ser construída, caso contrário corremos o risco de acabarmos
sucumbindo nas primeiras intempéries”, ponderou.
Os 96 degraus que levam à Matriz
também serviram de exemplo para o psicólogo, quando afirmou que “toda família
começa por uma caminhada e seus vários estágios, o namoro, o amor, a vocação do
matrimônio”. “O casamento ideal é feito de duas liberdades que se encontram.
Muitas vezes entramos no relacionamento com a projeção de como a outra pessoa
deve ser. Mas afinal, por quem me apaixonei? Por esta pessoa que está comigo ou
pela ideia que eu tenho de quem ela deveria ser? Logo, é necessário que ao nos
unirmos a alguém, ao nos propormos formar uma família, devamos entrar neste
relacionamento com a nossa essência. Nesta igreja, reparem que a porta
principal é estreita. Já dizia a passagem bíblica: ‘longo é o caminho que leva
para a perdição, entre pela porta estreita’. Entrar pela porta estreita em um
relacionamento é deixar nosso ego de fora”, destacou Marquinho.
A Pia Batismal foi outro elemento
citado pelo psicólogo, para ressaltar o valor da espiritualidade na vida
familiar. “Quando somos batizados, recebemos o Espírito Santo e, ao longo do
tempo, precisamos estar atentos sob a forma com a qual o estamos nutrindo. Uma
semente que você enterra muito profundamente, não vai conseguir sair. Na vida
familiar é a mesma coisa, a vida no Espírito Santo precisa ser nutrida,
alimentada. Isso se faz através do cultivo da espiritualidade’.
Colunas mestras
Ao falar sobre o papel dos pais,
o psicólogo usou como exemplo as 12 colunas mestras da Matriz, que simbolizam
os 12 apóstolos. Segundo Marquinho, na família as colunas mestras são os pais,
que precisam exercer seu papel, conforme diz o Evangelho. “Por isso é tão
importante que o casal fale a mesma língua, quando o assunto são os filhos. É
determinante para o nosso sucesso na vida, termos um bom lugar para nosso pai e
nossa mãe dentro do nosso coração. Sei que existem muitas histórias difíceis
nas famílias, mas dentro do nosso coração temos que pensar nos nossos pais com
toda gratidão e amor. Pai e mãe são as nossas fontes. Nossas colunas”, frisou.
Marquinho também enfatizou a
importância da família cultivar o encontro à mesa, a vontade de passar um tempo
unida, ver como o outro está, fazendo uma referência ao próprio altar da
Igreja. “Pense no altar, pense na mesa da sua casa como um lugar para se perder
tempo agradável, saudável e que vai deixar memórias afetivas inesquecíveis, e
que, talvez seu filho, sua filha fará o mesmo com os filhos e filhas deles. Os
melhores momentos da nossa vida são feitos com o tempo que a gente perde com
quem se ama. É preciso aprender a perder tempo com o filho, com o marido, com a
esposa. Porque esta será a melhor lembrança que seu filho terá de você, o tempo
que passaram juntos”.
O último elemento lembrado por
Marquinho foi o baldaquino, que está colocado exatamente em cima do altar. Ao
fazer uma associação com a família, o psicólogo afirmou que é necessário que o
casal cultive sua intimidade. “Antes de ser pai e mãe o casal é marido e
mulher, e isso implica em todo um cultivo dessa relação que vai trazer
benefícios fantásticos para os filhos. A harmonia, intimidade e respeito do
casal, dá segurança para os filhos”, completou.
Quem tiver interesse em assistir, a live permanece gravada no canal do
Youtube da Matriz São Luís Gonzaga e na página no Facebook da Paróquia.
‘Eu e minha casa serviremos ao
Senhor’ (Josué 24,15). Este é o tema da Semana Nacional da Família deste ano,
celebrada pela Igreja no Brasil esta semana, de 9 a 15 de agosto. Para marcar a
data e enaltecer a importância da família, a Paróquia São Luís Gonzaga realizou
na noite de quarta-feira, 12 de agosto, uma live com o psicólogo Marco Antônio
Rodrigues, o Marquinho. Na oportunidade, o profissional falou sobre ‘A família
e seus pilares’, fazendo uma analogia com a construção e os elementos
arquitetônicos e religiosos da própria igreja Matriz.
A abertura dos trabalhos contou
com a presença do pároco Pe. Diomar Romaniv, que ressaltou o objetivo do
encontro, transmitido pelas redes sociais da paróquia. “Queremos, além de rezar
pelas nossas famílias, como estamos fazendo desde o domingo, aproveitar esta
noite para refletir, para pensar na nossa família e em todas as famílias. E,
com isso, ajudar cada família a viver bem a sua vida e a sua missão”, comentou.
O psicólogo Marquinho disse que a
conversa é oportuna na Semana da Família, para que se possa recordar valores
básicos que não devem ser esquecidos. “Tal qual a Matriz São Luís Gonzaga, que
foi construída sob a colina pelos antigos brusquenses, para que ela não
sofresse com as enchentes que assolaram a cidade em diversas ocasiões, a
família também deve ser uma escolha e estar vinculada a uma vocação, que é um
chamado de Deus, neste caso, a vocação do matrimônio. Esta igreja foi
construída sob a colina, onde estava mais segura das intempéries. Também a
família precisa ser construída, caso contrário corremos o risco de acabarmos
sucumbindo nas primeiras intempéries”, ponderou.
Os 96 degraus que levam à Matriz
também serviram de exemplo para o psicólogo, quando afirmou que “toda família
começa por uma caminhada e seus vários estágios, o namoro, o amor, a vocação do
matrimônio”. “O casamento ideal é feito de duas liberdades que se encontram.
Muitas vezes entramos no relacionamento com a projeção de como a outra pessoa
deve ser. Mas afinal, por quem me apaixonei? Por esta pessoa que está comigo ou
pela ideia que eu tenho de quem ela deveria ser? Logo, é necessário que ao nos
unirmos a alguém, ao nos propormos formar uma família, devamos entrar neste
relacionamento com a nossa essência. Nesta igreja, reparem que a porta
principal é estreita. Já dizia a passagem bíblica: ‘longo é o caminho que leva
para a perdição, entre pela porta estreita’. Entrar pela porta estreita em um
relacionamento é deixar nosso ego de fora”, destacou Marquinho.
A Pia Batismal foi outro elemento
citado pelo psicólogo, para ressaltar o valor da espiritualidade na vida
familiar. “Quando somos batizados, recebemos o Espírito Santo e, ao longo do
tempo, precisamos estar atentos sob a forma com a qual o estamos nutrindo. Uma
semente que você enterra muito profundamente, não vai conseguir sair. Na vida
familiar é a mesma coisa, a vida no Espírito Santo precisa ser nutrida,
alimentada. Isso se faz através do cultivo da espiritualidade’.
Colunas mestras
Ao falar sobre o papel dos pais,
o psicólogo usou como exemplo as 12 colunas mestras da Matriz, que simbolizam
os 12 apóstolos. Segundo Marquinho, na família as colunas mestras são os pais,
que precisam exercer seu papel, conforme diz o Evangelho. “Por isso é tão
importante que o casal fale a mesma língua, quando o assunto são os filhos. É
determinante para o nosso sucesso na vida, termos um bom lugar para nosso pai e
nossa mãe dentro do nosso coração. Sei que existem muitas histórias difíceis
nas famílias, mas dentro do nosso coração temos que pensar nos nossos pais com
toda gratidão e amor. Pai e mãe são as nossas fontes. Nossas colunas”, frisou.
Marquinho também enfatizou a
importância da família cultivar o encontro à mesa, a vontade de passar um tempo
unida, ver como o outro está, fazendo uma referência ao próprio altar da
Igreja. “Pense no altar, pense na mesa da sua casa como um lugar para se perder
tempo agradável, saudável e que vai deixar memórias afetivas inesquecíveis, e
que, talvez seu filho, sua filha fará o mesmo com os filhos e filhas deles. Os
melhores momentos da nossa vida são feitos com o tempo que a gente perde com
quem se ama. É preciso aprender a perder tempo com o filho, com o marido, com a
esposa. Porque esta será a melhor lembrança que seu filho terá de você, o tempo
que passaram juntos”.
O último elemento lembrado por
Marquinho foi o baldaquino, que está colocado exatamente em cima do altar. Ao
fazer uma associação com a família, o psicólogo afirmou que é necessário que o
casal cultive sua intimidade. “Antes de ser pai e mãe o casal é marido e
mulher, e isso implica em todo um cultivo dessa relação que vai trazer
benefícios fantásticos para os filhos. A harmonia, intimidade e respeito do
casal, dá segurança para os filhos”, completou.
Quem tiver interesse em assistir, a live permanece gravada no canal do
Youtube da Matriz São Luís Gonzaga e na página no Facebook da Paróquia.