Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -No último sábado, 23 de novembro, foi realizada a tradicional festa na Comunidade Cristo Rei, bairro Guarani. O evento encerra o cronograma de festividades em honra aos padroeiros, na Paróquia São Luís Gonzaga.“O santo padroeiro é o principal intercessor da comunidade e do povo que ali participa. Por isso chamamos cada comunidade pelo nome de seu padroeiro: Nossa Senhora de Fátima, São Francisco de Assis, São Luís Gonzaga, entre outros. E na festa litúrgica deste santo, a comunidade organiza uma festividade que, normalmente, é antecedida por uma novena ou por um tríduo de preparação (nove ou três celebrações, respectivamente, antes da data da festa)”, explica o pároco, padre Diomar Romaniv. Dentro da Paróquia São Luís Gonzaga é comum que as demais comunidades se unam para viver este momento, geralmente sendo responsáveis pelas novenas ou tríduos preparatórios. “É um momento de preparação, de reflexão e de celebração para o grande acontecimento que é a festa do padroeiro, geralmente marcada por uma celebração com a presença dos festeiros, que são famílias da comunidade ou demais visitantes que ajudam financeiramente para esta realização, seja através de rifas ou cartões. Ele também se compromete a rezar pelo bom êxito da festa”, pontua padre Diomar. De acordo com o pároco, a festa externa, após a celebração eucarística, tem o objetivo de estimular a confraternização entre os membros da comunidade e as pessoas que visitam o local. Por isso, é sempre marcada pelo espírito fraterno e inspirada no próprio padroeiro, como extensão da celebração alegre e festiva que ocorreu durante a missa.
Arrecadação de fundosAlém da confraternização, outro propósito importante da festa comunitária é a arrecadação de fundos para a manutenção dos serviços e atividades pastorais. “A festa é uma das maiores entradas do ano, embora também exija trabalho voluntário e muitas burocracias para sua realização. Por isso, pouco a pouco a paróquia tem fortalecido a dimensão do dízimo, esta oferta consciente à missão que a Igreja realiza e da qual se pode participar de tantas maneiras, inclusive se dispondo a ofertar parte do salário, que também é uma forma missionária de contribuir”, esclarece padre Diomar. O pároco destaca que o dízimo é utilizado para o sustento da comunidade, investimento em patrimônio, manutenção, conservação e melhorias. Também é aplicado em trabalhos pastorais, em assessoria de formadores e em momentos especiais da comunidade. “Por isso, dízimo é sinal de adesão à comunidade da qual participo e onde me comprometo com a caminhada. Ali participo das celebrações, das atividades pastorais, posso receber a catequese e os sacramentos”, acrescenta padre Diomar.
Cristo ReiDurante a homilia, na celebração de Cristo Rei, padre Cláudio Marcio Piontkewicz repetiu o refrão do Salmo. “Quanta alegria e felicidade, vamos à casa do Senhor! Quando colocamos o propósito de participar de uma forma mais intensa da vida da comunidade, não faz diferença quem vença um campeonato de futebol. Quem é capaz de viver a alegria de vir à casa do Senhor entende porque Cristo é rei”, afirmou padre Cláudio.Segundo ele, assumir o caminho do reinado de Jesus é se colocar à disposição para o serviço e não assumir nada como mérito próprio. “Assim a comunidade se mantém, tendo a Palavra como alicerce e a Eucaristia como alimento. Quem vive o mistério de Cristo entende porque ele é rei”, detalha. Padre Claudio explica que a coroa de Cristo Rei era de espinhos e, a cruz, seu trono. “Isso demonstra as consequências de até onde se vai por amor a alguém. Assim, quando olhamos para a cruz, o nosso sofrimento se associa com o sofrimento de Jesus”, destaca.O sacerdote também falou sobre o amor que vem de Deus, que liberta a pessoa do sofrimento através da luz do Espírito Santo e por intercessão de Maria. “Por isso, Cristo Rei nos inspira para a vida de comunidade, onde exercitamos o perdão. A dor faz parte da condição humana, mas com Deus transformamos a realidade de lamentação e de cansaço ,em testemunho de quem vive imerso em amor”.
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No último sábado, 23 de novembro, foi realizada a tradicional festa na Comunidade Cristo Rei, bairro Guarani. O evento encerra o cronograma de festividades em honra aos padroeiros, na Paróquia São Luís Gonzaga.
“O santo padroeiro é o principal intercessor da comunidade e do povo que ali participa. Por isso chamamos cada comunidade pelo nome de seu padroeiro: Nossa Senhora de Fátima, São Francisco de Assis, São Luís Gonzaga, entre outros. E na festa litúrgica deste santo, a comunidade organiza uma festividade que, normalmente, é antecedida por uma novena ou por um tríduo de preparação (nove ou três celebrações, respectivamente, antes da data da festa)”, explica o pároco, padre Diomar Romaniv.
Dentro da Paróquia São Luís Gonzaga é comum que as demais comunidades se unam para viver este momento, geralmente sendo responsáveis pelas novenas ou tríduos preparatórios. “É um momento de preparação, de reflexão e de celebração para o grande acontecimento que é a festa do padroeiro, geralmente marcada por uma celebração com a presença dos festeiros, que são famílias da comunidade ou demais visitantes que ajudam financeiramente para esta realização, seja através de rifas ou cartões. Ele também se compromete a rezar pelo bom êxito da festa”, pontua padre Diomar.
De acordo com o pároco, a festa externa, após a celebração eucarística, tem o objetivo de estimular a confraternização entre os membros da comunidade e as pessoas que visitam o local. Por isso, é sempre marcada pelo espírito fraterno e inspirada no próprio padroeiro, como extensão da celebração alegre e festiva que ocorreu durante a missa.
Arrecadação de fundos
Além da confraternização, outro propósito importante da festa comunitária é a arrecadação de fundos para a manutenção dos serviços e atividades pastorais. “A festa é uma das maiores entradas do ano, embora também exija trabalho voluntário e muitas burocracias para sua realização. Por isso, pouco a pouco a paróquia tem fortalecido a dimensão do dízimo, esta oferta consciente à missão que a Igreja realiza e da qual se pode participar de tantas maneiras, inclusive se dispondo a ofertar parte do salário, que também é uma forma missionária de contribuir”, esclarece padre Diomar.
O pároco destaca que o dízimo é utilizado para o sustento da comunidade, investimento em patrimônio, manutenção, conservação e melhorias. Também é aplicado em trabalhos pastorais, em assessoria de formadores e em momentos especiais da comunidade. “Por isso, dízimo é sinal de adesão à comunidade da qual participo e onde me comprometo com a caminhada. Ali participo das celebrações, das atividades pastorais, posso receber a catequese e os sacramentos”, acrescenta padre Diomar.
Cristo Rei
Durante a homilia, na celebração de Cristo Rei, padre Cláudio Marcio Piontkewicz repetiu o refrão do Salmo. “Quanta alegria e felicidade, vamos à casa do Senhor! Quando colocamos o propósito de participar de uma forma mais intensa da vida da comunidade, não faz diferença quem vença um campeonato de futebol. Quem é capaz de viver a alegria de vir à casa do Senhor entende porque Cristo é rei”, afirmou padre Cláudio.
Segundo ele, assumir o caminho do reinado de Jesus é se colocar à disposição para o serviço e não assumir nada como mérito próprio. “Assim a comunidade se mantém, tendo a Palavra como alicerce e a Eucaristia como alimento. Quem vive o mistério de Cristo entende porque ele é rei”, detalha.
Padre Claudio explica que a coroa de Cristo Rei era de espinhos e, a cruz, seu trono. “Isso demonstra as consequências de até onde se vai por amor a alguém. Assim, quando olhamos para a cruz, o nosso sofrimento se associa com o sofrimento de Jesus”, destaca.
O sacerdote também falou sobre o amor que vem de Deus, que liberta a pessoa do sofrimento através da luz do Espírito Santo e por intercessão de Maria. “Por isso, Cristo Rei nos inspira para a vida de comunidade, onde exercitamos o perdão. A dor faz parte da condição humana, mas com Deus transformamos a realidade de lamentação e de cansaço ,em testemunho de quem vive imerso em amor”.
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