Aumentar Fonte +Diminuir Fonte -O Dia de Nossa Senhora de Lourdes, 11 de fevereiro, mais uma
vez recebeu uma missa solene na igreja localizada no bairro São Pedro, em
Brusque, e que a tem como padroeira. Muitos fiéis fizeram questão de acompanhar
a celebração, com um pedido especial: saúde e cura às pessoas doentes, já que a
data também celebra o Dia Mundial dos Enfermos. Presidida pelo padre Lúcio
Tardivo, da Comunidade Bethânia e concelebrada pelo pároco da Paróquia São Luís
Gonzaga, padre Diomar Romaniv, a missa contou com muitos momentos de reflexão.
Padre Lúcio pediu a todos para que se unam em oração pelo
mundo inteiro e pelo Brasil, diante da pandemia da Covid-19. Devoto de Nossa
Senhora de Lourdes, ele também fez questão de enaltecer a necessidade de ajudar
o próximo, de levar alento a quem precisa. “Cada um de nós é chamado a olhar
para Nossa Senhora e ter nela uma motivação para ajudar as pessoas que
precisam. Sempre vemos Maria sendo um canal de Deus com as pessoas. Que a
tenhamos como exemplo! Não basta rezar uma Ave-Maria e ficarmos de braços cruzados
quando alguém precisa de nós. Temos que ir ao encontro do irmão, daquele que
está doente. Quantos de nós, idosos, estão morrendo de depressão? Temos que ser
o braço de Deus, temos que levar alegria para as pessoas. Às vezes a pessoa
está triste, deprimida, está com problemas, mas quando encontra alguém que é
amigo, alguém que de fato tenha uma mensagem de amor, de felicidade, isso a
ajuda a sair do seu problema. Nossa missão como cristãos é levar a boa nova de
Jesus, que é o Evangelho, esperança para todas as pessoas”, ressaltou.
Durante a missa, padre Lúcio realizou a bênção da água, que
pode ser levada pelos fiéis ao término da celebração. Em seguida, aconteceu o
momento mais emocionante da noite. Por alguns segundos a Igreja ficou
totalmente no escuro, e a chama das velas foi compartilhada entre todas as
pessoas, que iluminaram o templo, para receber a procissão do Santíssimo
Sacramento.
Espiritualidade e pandemia
Padre Diomar relembrou a história de Nossa Senhora de
Lourdes e do Santuário na França, visitado todos os anos por milhares de fiéis.
“O santuário em Lourdes é uma das experiências significativas onde muitos
peregrinos vão pedir a cura, e nós tentamos viver aqui na comunidade um pouco
do que se vive lá em Lourdes”, comentou.
Nesse momento de pandemia, onde o planeta está doente, o
pároco enalteceu a importância da oração e da fé. “Nossa primeira certeza é de
que Deus é o Deus da vida. Nós sabemos que a passagem nesse mundo é marcada
também pelas fragilidades, pelas limitações e pela doença. Claro que ninguém
quer sofrer, fazer ou ver os outros sofrerem. Nós como padres temos acompanhado
sempre, e agora de maneira ainda mais forte, a situação do luto, a angústia, o
medo que toda essa pandemia envolve. E temos sido e procurado ser canal de esperança,
de consolo, na certeza de que ninguém está sozinho. Como diz o Papa Francisco,
‘estamos no mesmo barco, remando juntos para vencer esta pandemia’, com o
esforço de cada um, cumprindo as restrições, cuidando da sua saúde e assim
cuidando dos outros, alimentando a chama da esperança e da fé. Fizemos isso no
ano passado de maneira muito intensa, sobretudo no tempo em que não havia
celebrações abertas e continuamos fazendo por transmissão online, porque
sabemos que a Palavra de Deus é luz e é essa luz que queremos transmitir aos
fiéis”, enfatizou.
O Dia de Nossa Senhora de Lourdes, 11 de fevereiro, mais uma
vez recebeu uma missa solene na igreja localizada no bairro São Pedro, em
Brusque, e que a tem como padroeira. Muitos fiéis fizeram questão de acompanhar
a celebração, com um pedido especial: saúde e cura às pessoas doentes, já que a
data também celebra o Dia Mundial dos Enfermos. Presidida pelo padre Lúcio
Tardivo, da Comunidade Bethânia e concelebrada pelo pároco da Paróquia São Luís
Gonzaga, padre Diomar Romaniv, a missa contou com muitos momentos de reflexão.
Padre Lúcio pediu a todos para que se unam em oração pelo
mundo inteiro e pelo Brasil, diante da pandemia da Covid-19. Devoto de Nossa
Senhora de Lourdes, ele também fez questão de enaltecer a necessidade de ajudar
o próximo, de levar alento a quem precisa. “Cada um de nós é chamado a olhar
para Nossa Senhora e ter nela uma motivação para ajudar as pessoas que
precisam. Sempre vemos Maria sendo um canal de Deus com as pessoas. Que a
tenhamos como exemplo! Não basta rezar uma Ave-Maria e ficarmos de braços cruzados
quando alguém precisa de nós. Temos que ir ao encontro do irmão, daquele que
está doente. Quantos de nós, idosos, estão morrendo de depressão? Temos que ser
o braço de Deus, temos que levar alegria para as pessoas. Às vezes a pessoa
está triste, deprimida, está com problemas, mas quando encontra alguém que é
amigo, alguém que de fato tenha uma mensagem de amor, de felicidade, isso a
ajuda a sair do seu problema. Nossa missão como cristãos é levar a boa nova de
Jesus, que é o Evangelho, esperança para todas as pessoas”, ressaltou.
Durante a missa, padre Lúcio realizou a bênção da água, que
pode ser levada pelos fiéis ao término da celebração. Em seguida, aconteceu o
momento mais emocionante da noite. Por alguns segundos a Igreja ficou
totalmente no escuro, e a chama das velas foi compartilhada entre todas as
pessoas, que iluminaram o templo, para receber a procissão do Santíssimo
Sacramento.
Espiritualidade e pandemia
Padre Diomar relembrou a história de Nossa Senhora de
Lourdes e do Santuário na França, visitado todos os anos por milhares de fiéis.
“O santuário em Lourdes é uma das experiências significativas onde muitos
peregrinos vão pedir a cura, e nós tentamos viver aqui na comunidade um pouco
do que se vive lá em Lourdes”, comentou.
Nesse momento de pandemia, onde o planeta está doente, o
pároco enalteceu a importância da oração e da fé. “Nossa primeira certeza é de
que Deus é o Deus da vida. Nós sabemos que a passagem nesse mundo é marcada
também pelas fragilidades, pelas limitações e pela doença. Claro que ninguém
quer sofrer, fazer ou ver os outros sofrerem. Nós como padres temos acompanhado
sempre, e agora de maneira ainda mais forte, a situação do luto, a angústia, o
medo que toda essa pandemia envolve. E temos sido e procurado ser canal de esperança,
de consolo, na certeza de que ninguém está sozinho. Como diz o Papa Francisco,
‘estamos no mesmo barco, remando juntos para vencer esta pandemia’, com o
esforço de cada um, cumprindo as restrições, cuidando da sua saúde e assim
cuidando dos outros, alimentando a chama da esperança e da fé. Fizemos isso no
ano passado de maneira muito intensa, sobretudo no tempo em que não havia
celebrações abertas e continuamos fazendo por transmissão online, porque
sabemos que a Palavra de Deus é luz e é essa luz que queremos transmitir aos
fiéis”, enfatizou.