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Instituição da Eucaristia e Lava-pés marcam início do Tríduo Pascal

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Nesta quinta-feira, 6 de abril, a Paróquia São Luís Gonzaga deu início ao Tríduo Pascal. A celebração única, divida em três partes, iniciou com a recordação da última ceia de Jesus com seus apóstolos e o gesto do lava-pés. O tríduo pascal termina com a vigília pascal e prepara os fiéis para o Domingo da Ressurreição

Durante a manhã desta quinta-feira, os sacerdotes da Arquidiocese se reuniram com o arcebispo, Dom Wilson Tadeu Jonck, na catedral metropolitana, para a missa e Benção dos Santos Óleos. Na oportunidade, o bispo abençoou os óleos que serão usados nas celebrações sacramentais, no decorrer do ano. 

Instituição da Eucaristia 

A solenidade de Quinta-feira Santa é marcada pela instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Por isso, logo no início da solenidade, às 19h30, na igreja Matriz, foi realizada uma homenagem aos padres que servem na paróquia, em gratidão por seus dons e vocações.  E foi feita uma prece especial pelas vocações

Na homilia, o pároco, padre Diomar Romaniv, destacou a importância da missa e da eucaristia. Ele reforçou que a Igreja proporciona encontro de cada pessoa com o próprio Cristo. 

“A eucaristia não é uma representação de Jesus, muito menos a celebração da missa e a consagração são apenas uma recordação do passado, de um acontecimento bonito. A eucaristia é a presença real de Jesus entre nós”, frisou. 

A mensagem do sacerdote fez a comunidade refletir sobre o amor de Deus para com cada um e que Cristo está presente na eucaristia para todos. “Deixar de vir à missa é perder a oportunidade de estar na presença de Jesus”, refletiu o pároco. 

“Jesus abaixou-se para expressar o amor por cada um de nós” 

Ainda na homilia, padre Diomar lembrou que Deus ama o homem imensamente que, além de deixar sua presença na Eucaristia, ensinou que para amar é preciso colocar-se no lugar do outro. 

“No evangelho de hoje há um verbo fundamental na liturgia: abaixar. Esse verbo expressa aquilo que deveria ser a nossa fé Cristã. Jesus abaixou-se quando saiu do céu para viver como nós. E abaixou-se para favorecer o encontro do céu com a terra”, lembrou. 

O sacerdote enfatizou que abaixar-se não é sinônimo de pequenez, mas, sim, uma expressão de amor.  

Após a homilia, repetindo o gesto de Jesus, o padre Diomar deu início ao Lava-pés. Este ano foram escolhidas 12 crianças da comunidade para participar do momento litúrgico. Os pequenos Gabriel, João, Rafael, Nicolly, Catarina, Bento, Emanuel, Alice, Pedro e Thomas, representaram os discípulos na celebração.  

“Nós quisemos valorizar, em primeiro lugar, a presença das famílias jovens da nossa paróquia, que sempre participam das missas. Segundo, porque estamos no Ano Vocacional e queremos recordar que o chamado acontece primeiro lá, na família, e que Deus também tem uma realização para eles. E depois porque a criança tem a capacidade de atrair e de nos elevar a Deus”, explica padre Diomar. 

A mãe da pequena Alice, Bárbara Maestri Mafra, conta que viver esse momento tão especial é emocionante. “Deus nos deu um milagre que é a Alice. Ela nasceu de 27 semanas, ficou 88 dias na UTI. Então, ela estar aqui participando é uma forma de agradecimento”, diz. 

Quem também estava alegre era a mamãe do Emanuel, Gisele Maria da Silva Gianesini. Ela destaca que o menino acompanha as celebrações desde que nasceu. “Estar na casa de Deus e participar é um ensinamento que passamos para ele desde pequenininho\", afirma. 

Translado do Santíssimo 

Sem bênção final e com uma procissão silenciosa, o Santíssimo Sacramento foi conduzido ao auditório paroquial. Lá, a adoração permaneceu até a meia-noite recordando o sofrimento de Jesus.

 
 
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