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Missões Populares levam Palavra de Deus ao bairro Primeiro de Maio

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Perseverança! Foi com este sentimento, que cerca de 70 missionários e missionárias partiram da Igreja São José Operário, no bairro Primeiro de Maio, na manhã ensolarada do último sábado, 28 de setembro, dando início às Missões Populares deste ano. O destino eram as centenas de casas do bairro, com um objetivo único: levar a Palavra de Deus àqueles que estivessem dispostos a recebê-la.
Nas mãos de cada missionário, a Bíblia Sagrada, fiel companheira de todos os momentos. No coração, o desejo de ser instrumento de Deus ao levar Sua Palavra aos lares da comunidade. As Missões Populares realizadas anualmente na Paróquia São Luís Gonzaga, foram organizadas neste ano de 2019, pela comunidade de São José. Já na noite de sexta-feira, 27, uma celebração com procissão e terço luminoso, anunciou o início das Missões, chamando os missionários e missionárias a participarem deste momento tão significativo para Igreja Católica. Durante três dias, 28 e 29 de setembro e 5 de outubro, os missionários estiveram na comunidade, com o objetivo único de visitar todas as famílias que os acolherem.
Padre Aléssio da Rosa acompanhou toda a preparação dos missionários, e ressalta a importância que esta ação tem para todos os envolvidos. “As Missões sempre são um acontecimento muito rico, tanto em nível individual, porque a pessoa sente-se desafiada a sair um pouco do seu dia a dia, dedicando-se à missão que é ir à casa, visitar uma nova comunidade, conhecer novas pessoas e com isso levar a Palavra de Deus, como também para aqueles que a recebem. Num primeiro momento, ganha o missionário, que tira um pouco do seu tempo e vai então realizar a missão. E ganha também aquele que recebe as Missões, porque receberá a benção para sua casa, uma acolhida maior à família. Em nível de Igreja as Missões sempre foram importantes, desde o início com Jesus, que enviou seus 12 apóstolos para viverem esse período de sair e anunciar o reino. Logo, as Missões Populares contagiam a comunidade, a família e de modo individual o missionário, a missionária. É sempre um momento muito importante para a Igreja e neste ano, especialmente para comunidade de São José Operário”, revela.
 
“Ser feliz é se doar”
O casal Alexandre e Regina Andreola participou das Missões Populares com uma missionária mirim: a filha Yasmin, de 5 anos. Eles, que realizam as Missões há alguns anos, quiseram mostrar para a pequena o quão importante é este momento na vida dos missionários e das famílias que os recebem. Regina conta que foi missionária pela primeira vez aos 10 anos, ainda no Rio Grande do Sul, estado em que nasceu. Ao conhecer Alexandre, há alguns anos, veio dele o convite para ser missionária e ela aceitou este chamado. Hoje, percebe o quão gratificante é doar-se para levar uma palavra amiga, os ensinamentos de Deus, àqueles que abrem as portas de suas casas. “Ser feliz é se doar. As Missões nos mostram muitas realidades, algumas diferentes da nossa. Estamos dispostos a levar a Palavra de Deus, mas também é um momento em que ouvimos muito a história de cada um. Hoje sei que não conseguiria ser mais feliz, sem as Missões na minha vida. É algo que me faz feliz”, conta ela.
O mesmo sentimento transformador é compartilhado por Almeri Cesari. Catequista há mais de 30 anos na comunidade de Nossa Senhora de Fátima, as Missões Populares passaram a fazer parte de sua vida há 10 anos. Hoje, ela leva o Evangelho às casas que visita, e dá orientações importantes sobre as atividades da Igreja Católica, convidando as famílias a participarem da comunidade. “Sou apaixonada por Jesus, ele transformou a minha casa, minha vida e é essa Palavra de Deus que eu levo nas casas que nos recebem durante as Missões”, comenta.
Entre as famílias que receberam os missionários na manhã de sábado, 28, estava a de Edinaldo Duarte da Costa e Simone Lipniarski. Ele, parou as atividades de pintura que fazia, para acolher as missionárias Almeri e Marilete Stempczynski.  Na sala de casa, chamou a esposa e os três filhos, Rayane, de 15 anos, Kamily, de 12 anos e Arthur, de 5 anos, para ouvirem com atenção e respeito a mensagem das missionárias. Eles tiveram todos os cômodos de seu lar aspergidos com água benta e fizeram uma oração, antes de se despedirem de Almeri e Marilete. “É muito bom receber os missionários, nossa casa está sempre aberta a eles. É algo diferente, termos nossa casa benzida e também recebermos a Palavra de Deus em nosso lar, é muito confortante”, disse Simone.
Marilete participou pela primeira vez como missionária e disse que foi algo recompensador fazer parte deste momento. “É muito gratificante ir até as casas, ser recebido, conversar com as pessoas. Sabemos que nem todas as famílias abrem as portas de suas casas para nós, mas àquelas que nos recebem, estão dispostas a nos ouvir e nós também a ouvi-las”, complementa.
 

 
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