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Paróquia  homenageia fieis e religiosos falecidos

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O Dia de Finados, celebrado nesta quarta-feira, 2 de novembro, foi marcado por orações e homenagens aos familiares e amigos que já partiram. Com a mensagem principal de que a morte não é o fim e, sim, a passagem para a vida eterna, o pároco da Paróquia São Luís Gonzaga, padre Diomar Romaniv, presidiu a missa das 15h30, na Capela da Ressurreição, no Cemitério Parque da Saudade. Após a celebração foi feita uma homenagem simbólica para os padres e paroquianos sepultados no local e a todos os demais falecidos que deixaram seu exemplo de fé e marcas concretas de generosidade, nestes 150 anos de história da Paróquia São Luís Gonzaga. 
Durante a homilia, padre Diomar enfatizou que o cemitério não é um lugar morto, mais cheio histórias e de esperança: além de lembrar que a vida não termina na morte, se reaviva o desejo de alcançar o céu. “Quando colocamos tantas flores em homenagem aos que já se foram, nós lembramos a palavra de Deus. Jesus foi colocado num túmulo, junto de um jardim. E o cemitério é um jardim, onde nós colocamos a semente que brota para a vida eterna e que nasce para o reino de Deus. Quando Jesus ressuscitou o anjo disse, ‘Ele não está aqui, Ele ressuscitou.’ De certo modo nós, ao contemplarmos uma sepultura, recordamos também isso”, refletiu.
Após a missa, os fiéis seguiram em procissão até o local onde estão sepultados os padres dehonianos e diocesanos que serviram e morreram em Brusque. Uma homenagem foi feita com orações, cânticos e coroa de flores. “Nós quisemos agradecer a todos aqueles que construíram a história, que ajudaram a escrever páginas tão bonitas da vida da igreja aqui em Brusque”, explica padre Diomar.

Oração pelos falecidos
Seguindo a tradição, Terezinha Fischer, de 78 anos, celebra o Dia de Finados em oração por seus familiares e amigos falecidos. “É um momento de relembrar todos que já partiram. Claro que a gente faz memória deles em diversos momentos da nossa vida, mas parece que um dia como o de hoje toca mais o coração”, conta, emocionada. 
“Para muitos é uma tristeza. Mas para a gente, que tem fé, é uma alegria. Eu cultivo muito essa tradição de vir ao cemitério e rezar”, diz Rute Imhof, de 72 anos. Ela ainda lembra que não basta rezar apenas pelos conhecidos e faz questão de interceder pela salvação de todas as almas. 
Assim também faz Marli Maestri, de 72 anos, que além de ir com alegria prestar essa homenagem aos familiares, reza por todos os sepultados no local. “Precisamos rezar principalmente por aqueles que não têm família”, afirma ela, ao terminar suas orações junto ao túmulo de pessoas que foram asiladas no Hospital de Azambuja.

 
 
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