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Quarta com Filosofia discute Pacto Global pela Educação

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A Faculdade São Luiz, em parceria com a Paróquia São Luís Gonzaga, promoveu na noite de quinta-feira, 27 de abril, no auditório paroquial, mais uma edição da “Terceira Quarta com Filosofia”. Desta vez, o evento foi ministrado pelo Dr. em Teologia, padre Mariano Weizenmann, que apresentou detalhes do Pacto Global pela Educação, uma proposta e convocatória do Papa Francisco às pessoas de boa-vontade do mundo inteiro, independente de crença ou religião.
“Isso porque é preciso investir na educação e recuperar sua importância, já que nosso futuro passa por ela”, justifica padre Mariano, reforçando a necessidade de diálogo sobre o tema.
Segundo ele, a educação sempre esteve presente na agenda do Papa Francisco, mesmo antes do pontificado. “Na Argentina, como Bispo e Superior dos Jesuítas, ele já estava vinculado à causa, o que se reforça agora, quando tem holofotes e microfones das mídias. Então ele relança esta convocação para estabelecer uma aliança e um pacto global pela educação”, conta.

Campanha da Fraternidade
Padre Mariano destaca que a Campanha da Fraternidade de 2022 é fruto do Pacto Global, anunciado há muitos anos, mas com envolvimento universal a partir de 2019. “A CF traz reflexões e celebrações, mas não deveria terminar aqui. Seu prazo é muito curto para gerar conscientização e mobilizar as pessoas para mudanças”, destaca. 
O sacerdote ainda lembra que, mesmo se tratando de educação, o tema não se limita ao ambiente escolar ou se destina apenas aos professores. “Onde há pessoas, é necessário educação para se conviver. A família, por exemplo, é o primeiro espaço educacional e o que precisa ser urgentemente visitado, assim como as demais instâncias sociais. Para todos os ambientes, pessoas, tempos e idades, sempre há o que contribuir e o que aprender”, esclarece. 

Sete compromissos
1 – Colocar a pessoa no centro de cada processo educativo, realçar a sua especificidade e a sua capacidade de estar relacionada com os outros, contra a cultura do descartável;
2 – Escutar a voz das crianças, adolescentes e jovens, para juntos construir um futuro de justiça e de paz, uma vida digna para todos;
3 – Favorecer a participação de meninas e de jovens na educação;
4 – Ver na família o primeiro e indispensável sujeito educador;
5 – Educar e educar-se à acolhida, se abrindo aos mais vulneráveis e marginalizados;
6 – Estudar novas formas de compreender a economia, política, o crescimento e o progresso, ao serviço do homem e de toda família humana, na perspectiva de uma ecologia integral;
7 – Cuidar e cultivar a casa comum, protegendo os seus recursos, adotando estilos de vida mais sóbrios e visando energias renováveis e respeitosas do meio ambiente. 

 
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